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como dizia um destes dias o meu amigo Arion"
eu, que tenho a sorte de sair à rua e palmilhar a beira-mar doirada pela espuma numa época em que os ruídos, os bronzeadores, os putos e as bolas não estão cá;eu, que tenho o privilégio de, numa amanhã fria de um Inverno frio, partilhar com a beleza frágil das aves marinhas uma época de conchas e madre-pérola;"

esmorece o momento de fixá-los
na amarra
na tinta que se foi
plasmada cor de vivências outras
esqueletos no lodo
vidas 