
(...) as árvores crescem e nós não sabemos porque é que elas crescem. Crescem durante anos e anos, sem nos prestarem atenção (...) Gosto de pensar na própria árvore:primeiro na sensação abrigada e seca de ser madeira; depois na agitação das tempestades; depois no lento e delicioso escorrer interior da seiva.
Virgínia Woolf in A marca na parede - Contos







com mil beijinhos


