queria Natal todos os dias com tardes de poentes serenos e pinheiros a bronzerarem-se dos doirados e a luz no meu olhar Natal de nascimento no poente do dia
um destes dias (já fim do ano) vi uma rosa com uma cor sumida já nem era bem corderosa era mais cordevinho... Pensei, tristonha: "deixar assim , à porta, uma rosa que se via estar mortiça" É!... e parecia estar à espera (juraria até que olhava para uma qualquer janela) Pensei apanhá-la... mas murchava!... Decidi-me imortalizei-a numa fotografia! E vim oferecer aqui à menina do blog Meia Praia à Sotavento Sei lá porquê... foi um repente...
com a mensagem seguinte: Resolvi, sem tua licença, brincar com a foto do caminho, baseado no teu conto. Saiu isto. Espero que gostes. Beijinhos a que respondi assim: Bolas!!agora...só agora entendo como o raio da história ( o sonho nem tanto felizmente!) estava de meter medo!!:) com uma foto dessas era o terror completo úúú... que escuro!!!... para lá do verde. Mas pode ser vista de lá para cá: era tudo negro e surgiu a luz! Um beijão, amigo! adorei! O conto está AQUI